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Away

Olá!

Estou meio away do meu blog…. Melhor! Away do mundo virtual! Vim aqui hoje só pra postar uma música que está no cd 21 da Adele. Ainda estou viciada em “Someone like you” (agora mais do que nunca!!), porém fiz o download do cd e me apaixonei por outra música!!

Hiding my heart!!!

Aqui vai a letra!

Hiding My Heart

This is how the story went
I met someone by accident,
That blew me away
That blew me away

It was in the darkest of my days
When you took my sorrow and you took my pain
And buried them away, you buried them away

I wish I could lay down beside you
When the day is done
And wake up to your face against the morning sun
But like everything I’ve ever known
You’ll disappear one day
So I’ll spend my whole life hiding my heart away

Dropped you off at the train station
Put a kiss on top of your head
Watched you wave
watched you wave
Then I went home to my skyscrapers,
Neon lights and waiting papers
That I call home
I call it home

I wish I could lay down beside you
When the day is done
And wake up to your face against the morning sun
But like everything I’ve ever known
You’ll disappear one day
So I’ll spend my whole life hiding my heart away

I woke up feeling heavy hearted
I’m going back to where I started
The morning rain
The morning rain
Now though I wish that you were near
That same old road that brought me here
Is calling me home
Is calling me home

I wish I could lay down beside you
When the day is done
And wake up to your face against the morning sun
But like everything I’ve ever known
You’ll disappear one day
So I’ll spend my whole life hiding my heart away
And I can(‘t) spend my whole life hiding my heart away

Emocionante

Olá, leitores e leitoras! Hoje estava lendo o Blog do advogado/professor/jornalista Paulo Renato Bezerra e vi esse post sobre o desabafo que o vocalista da banda Biquíni Cavadão (Bruno Gouveia) fez sobre a morte do seu filho e sua ex-mulher.

É realmente emocionante!

O desabafo do pai de Gabriel, Bruno Gouveia, vocalista do Biquíni Cavadão

Este espaço, tão jurídico, hoje republica o desabafo de Bruno Gouveia, que perdeu seu filho Gabriel há poucos dias, vítima de um acidente, como todos acompanhamos através da imprensa. Não sou pai ainda, mas confesso que me emocionei com as palavras do músico e resolvi transmitir ao nosso leitor o texto que encontrei no site da banda. É longo, mas singular. E como não há direito sem vida, tampouco vida sem amor, segue o texto.

O PIOR DIA DE MINHA VIDA
Caros amigos, parentes e fãs

Queria começar este post agradecendo a todos pela solidariedade, pelas mensagens de carinho, força, amor, fé, esperança por dias melhores. Em especial, meus familiares e toda equipe de minha banda, o Biquini Cavadão. Meu irmão Fábio e meu amigo Antônio Bindi conseguiram me isolar enquanto eu estava nos Estados Unidos para compor músicas pro novo disco. Sem celular e acesso a internet, não soube do ocorrido. Tinha acabado de chegar de Los Angeles em Nova Iorque. Eu e Coelho pegamos vôos diferentes e nos encontramos no aeroporto. Era para ficarmos três dias na cidade compondo com uma artista neozelandeza. Entretanto, ao encontrar meu guitarrista ele me avisou que tínhamos de voltar para “fazer um show muito importante”. Era cedo em Nova Iorque e passamos o nosso único dia na cidade perambulando pelas ruas até a hora de voltar para o aeroporto. Foi fundamental o seu cuidado comigo, me isolando de possíveis brasileiros que pudessem me dar a trágica notícia. Até no aeroporto, ele conseguiu que eu ficasse em uma sala VIP sem que eu desconfiasse de nada. Ao mesmo tempo, minha namorada Izabella me ocupava o tempo todo, distraindo-me com intermináveis ligações. Ela, cantora da banda Menina do Céu, enviou uma substituta para seus shows e ficou falando sem parar comigo, me distraindo carinhosamente. Por vezes, eu dizia que estava cansado de falar e queria aproveitar a cidade. Ela então enviava mensagens de texto para Coelho: “Ele cansou, agora, segure as pontas!”. E assim, longas horas se passaram até que o avião finalmente decolasse com destino ao Rio.

o chegar, fui recepcionado por uma delegação que cuidou de acelerar os tramites com imigração e alfândega (agradeço ao Governador Sergio Cabral por todo este cuidado). Nem assim, desconfiei. Pensava apenas “Nossa, este show deve ser importante mesmo!”. Para evitar sair pela porta principal, onde jornalistas nos aguardavam, me fizeram passar por trás, saindo pelo desembarque doméstico, onde fui recebido pelo meu produtor. Ele me recebeu correndo e me disse para entrar numa sala. Achei que, pela pressa toda em me retirar do local, eu devesse entrar num taxi ou ônibus para o local do show. Ouvi apenas, você tem que dar uma entrevista para a TV Globo. E foi então que notei, ao entrar na sala, que não havia show algum para ser feito, muito menos entrevista.
O primeiro que vi foi Miguel, tecladista do Biquini, mas logo estranhei a presença de Izabella. Numa rápida passada de olhos, notei que meus familiares estavam ali. Todos, menos meu pai.
– Eu já sei porque estou aqui. – tentei adivinhar
– Você sabe? – perguntou minha mãe, chorando
– Bruno, sente-se por favor – pedia meu irmão
– Meu pai….. – balbuciei
– Ele está bem, Bruno, seu pai está bem. – alguém que não me lembro, me avisou

Meu irmão insistiu para que eu sentasse enquanto começava a me dizer que uma imensa tragédia havia se abatido sobre nós.
– Gabriel ? – temi acertar
Então, meu irmão respirou fundo e me contou que Gabriel e a minha ex-mulher Fernanda haviam morrido num desastre de helicóptero em Trancoso. A irmã de Fernanda, Jordana, e seu filho Lucas, também pereceram. Me contou tudo que houve, que Fernanda ainda chegou com vida à praia mas faleceu no hospital.
– Eu não estou ouvindo isso – repetia
E os detalhes eram falados como um esparadrapo arrancado da pele: rapidamente e com muita dor.
– Meu anjinho…. – eu só conseguia dizer isso
E neste momento, Miguel, Birita, minha mãe, Izabella, todos me abraçaram e choraram muito. Eu continuava com os olhos arregalados em total choque. Magal, baixista, não parava de soluçar. Minha tia avó estava inconsolável. Cada um ali sofria minha dor que estava apenas começando.

Com a fala ofegante, eu recusei os remédios, queria ter consciência dos meus atos, e apenas pedi: por favor, me levem a eles. Uma van nos esperava e fomos direto ao Cemitério São João Baptista. Fernanda e Gabriel seriam sepultados juntos no jazigo da minha família.
Permaneci em total estado de choque. Pessoas me cumprimentavam. Colegas de estrada, amigos de longa data, diversos parentes. Minha prima Regina Casé me consolava, mas não era capaz de assimilar o que ela dizia. Sheik, da primeira formação da banda, com quem não falava há muitos anos, se reencontrou comigo. Jornalistas, músicos, primos que vieram de outras cidades, além da sofrida família de minha ex-mulher velavam os dois caixões. Não podia abri-los. No topo, apenas as fotos dos dois. O dia estava bonito e tudo parecia uma cidade cenográfica. Eu certamente acordaria deste sonho, acreditava. Em vão. A coroa de flores do Biquini dizia “Hang on, Be Strong”. Que ironia! Eram os versos de uma música em inglês que fizemos com a cantora Beth Hart em Los Angeles que diziam

Hang on, be strong/ sometimes life can slip away/

Segure firme, seja forte / Às vezes, a vida pode te escapar

 Sem saber, havia composto nesta viagem a letra da música para me amparar!

Gabriel viveu 2 anos e dez meses. Tive a felicidade e honra de ser mais que um pai. Eu me apelidava de “pãe”. Logo que ele nasceu, pedi à mãe que, uma vez que a amamentação era um privilégio dela, que o banho dele fosse o meu. E todos os dias eu o banhava, trocava suas fraldas, ninava e o colocava para dormir. Viajava muito mas, em seguida, pegava o primeiro voo para vê-lo acordar e poder passear na pracinha. Eu era o único homem em meio a tantas mães e babás. Tive noites mal dormidas, traduzi-lhe com beijos o que diziam as palavras. Igualmente era o único pai nas aulas de natação para bebês. Participei de cada momento de sua vida com um mergulho intenso e de cabeça.

Fernanda foi minha mulher e companheira por dez anos, convivendo numa querida família. Em 2007, decidimos ter nosso filho e ele nasceu no dia dos pais – o maior presente que poderia receber. Por sorte ou coincidência, não tive show no dia e pude vê-lo nascer. Infelizmente, nosso relacionamento passou por crises que culminaram com nosso afastamento como casal. Divórcios sempre são estressantes mas acreditava que o tempo curaria as feridas e seríamos bons amigos.

Nós dois éramos muito ligados ao Gabriel e eu era um pai coruja que beirava o chato. Meu único assunto era ele. Os fãs se deliciavam, enquanto eu mostrava fotos mais recentes. Também fiz vários videoclipes e, junto com minha ex-mulher, postamos tudo no blog http://mimevoce.blogspot.com contando desde a gestação, passando pelo nascimento e por todos os detalhes do seu dia a dia.

Perdi duas pessoas que marcaram minha vida. E quando o padre perguntou no velório se alguém queria dizer algo, eu levantei o braço. Tirei todas as forças de dentro de mim e cantei:

Tudo que viceja, também pode agonizar… e perder seu brilho em poucas semanas….
E não podemos evitar que a vida / trabalhe com o seu relógio invisível/ tirando o tempo de tudo que é perecivel

Entre soluços e lágrimas, muitos presentes me acompanharam ao som de Impossível, sucesso do Biquini Cavadão.
O detalhe é que cantei “é impossível esquecer vocês”

Ao enterra-los, veio então a difícil tarefa de voltar pra casa e ver seus brinquedos, roupas, abrir a mala e ver tudo que comprei para ele. A palavra para definir o sentimento desde então é DOR. Não uma dor latente, insistente ou aguda. É uma dor que te assalta, te maltrata e te exaspera.
Continuava chorando pouco. Só dizia para todos: “O que está acontecendo comigo? Dediquei minha vida a alegrar as pessoas, por que motivo agora tiram de mim a maior alegria de minha vida”? Incapaz de desabafar, decidi provocar o meu choro. Vi vários vídeos de meu filho, um após o outro, até que veio o grito, a dor, como uma erupção vulcânica. Urros ensurdecedores. Os vizinhos batiam à porta perguntando o que fazer para me consolar. Minha mãe em prantos, Izabella me confortando sem parar. Foi horrível, mas me senti aliviado ao conseguir. Outros descarregos deste tipo vieram ao longo da semana.

Tenho dois shows neste sábado e domingo. Depois de muito pensar, decidi fazê-los. Chamei meu amigo Marcelo Hayena, do Uns e Outros. Ele estará por perto, caso me falte a voz. Ainda assim, estou confiante em cantá-lo até o fim. O motivo é simples. Meu filho nunca viu um show meu, por ser muito pequeno. Agora, ele tem cadeira cativa. E quero fazer para o meu Gabriel, o show mais lindo do mundo. E assim serão todos que eu puder fazer pro resto de minha vida!

Obrigado a todos pela força. Não consegui ler nem metade dos recados, mas deixo aqui o meu muito obrigado emocionado e meu consolo a todos que pereceram no desastre, em especial minha querida Jordana e meu sobrinho Luquinha.

Foi o pior dia de minha vida, mas cada reza, energia, força, recado, me amparou muito. Ainda sofro mas, de agora em diante, terei de viver um dia de cada vez.

Beijem seus filhos com carinho e fiquem com Deus.

Bruno Gouveia

Nick and Norah!

Olá, leitores e leitoras!

Desde que comprei meu notebook e coloquei internet aqui em casa, comecei um no vício: baixar filmes!

Não foram muitos, porém são significativos!! E um deles é Nick and Norah’s Infinite Playlist .

É um filme sobre adolescência produzido em 2008 dirigido por Peter Sollet e estrelando Michael Cera e Kat Dennings. Escrito por Lorene Scafaria e baseado no romance com o mesmo nome de Rachel Cohn e David Levithan, a estória conta sobre os adolescentes Nick (Cera) e Norah (Dennings), que se conheceram quando Norah pediu a Nick que fosse seu namorado durante cinco minutos.

Nick é um baixista hetero numa banda queencore (punk que fala sobre homosexualismo) sem bateirista. Ele levou um pé da bunda de Tris, a qual era devotamente apaixonado e que não era nem de longe o anjo que ele pensava.  Após mais um show de sua banda, chamada no momento The Fuck Offs (ex- Porn Yesterday, None of your Bussiness e outros huahuhauha), ele vê Tris and the new guy em meio a muvuca do Crazy Lou.

Nick and Norah Nick and Norah

Norah – que por acaso conhece a “vagabunda da Tris” (estuda com ela, e sabe do desprezo que ela sempre dispensou ao pobre rapaz que amava-a o suficiente para lhe escrever musicas de amor) – se aproxima de Nick e faz a proposta. Ela o beija e descobre quem é ele afinal.

Incentivado pelos amigos, Nick vai atrás de Norah e inicia-se uma noite de aventuras, descobertas, amizade e romance.

Inteligente e cativante são as palavras certas para descrever essa história. Uma química fantástica entre os personagem e autores fazem o livro fluir como uma boa musica no mp4..Para quem conhece e gosta de algumas bandas citadas o gostinho é extra então!

Adele

Olá, leitores e leitoras!!

Descobri esse vídeo num programa da MTV e adorei, depois quando fui ler a letra e a sua tradução fiquei apaixonada e, atualmente, viciada nessa música:

Adele – Someone like you

I’ve heard that you’re settled down
That you found a girl and you’re married now
I’ve heard that your dreams came true
Guess she gave you things I didn’t give to you
Old friend, why are you so shy?
Ain’t like you to hold back or hide from the light
I hate to turn up out of the blue uninvited
But I couldn’t stay away, I couldn’t fight it
I had hoped you’d see my face
And that you’d be reminded
That for me it isn’t over
[Chorus]
Never mind, I’ll find someone like you
I wish nothing but the best for you two
Don’t forget me, I bet I’ll remember you say:
“Sometimes it lasts in love, but sometimes it hurts instead”
Sometimes it lasts in love, but sometimes it hurts instead, yeah
You’d know how the time flies
Only yesterday was the time of our lives
We were born and raised in a summer haze
Bound by the surprise of our glory days
I hate to turn up out of the blue uninvited
But I couldn’t stay away, I couldn’t fight
I had hoped you’d see my face
And that you’d be reminded
That for me it isn’t over
[Chorus]
Nothing compares, no worries or cares
Regrets and mistakes, they’re memories made
Who would have known how bitter-sweet
This would taste?
Never mind, I’ll find someone like you
I wish nothing but the best for you
Don’t forget me, I bet I’ll remember you say:
“Sometimes it lasts in love, but sometimes it hurts instead”
[Chorus]
Sometimes it lasts in love, but sometimes it hurts instead, yeah
http://www.vagalume.com.br/adele/someone-like-you.html#ixzz1JpaNdAdg

Olá, leitores e leitoras!!!

Nessa exato momento (21:19h do dia 03/04/2011) está passando no Warner Channel o filme “O Amor não Tira Férias”.

Adoooooooro essa filme. E uma das coisas que admiro é a fala da Iris (Kate Winslet) no início do filme. Olha só:

Shakespeare disse: ‘As viagens acabam em encontros de amantes… Que pensamento extraordinário! Pessoalmente, não experimentei nada parecido, mas creio q Shakespeare experimentou… Acho que penso em amor mais do que deveria. Sempre me surpreende seu poder de alterar e definir nossas vidas… Foi Shakespeare q tb disse: ‘O amor é cego!” Agora eu sei q isso é verdade. Para algumas pessoas, o amor desaparece… Amor falso. Para outras, o amor está simplesmente perdido. Mas é claro q o amor tb pode ser encontrado. Mesmo q só por uma noite… Há tb outro tipo de amor. O do tipo mais cruel. Àquele q quase mata suas vítimas. Chama-se amor não-correspondido…. E, nesse, sou especialista. Na maioria das histórias de amor, um se apaixona pelo outro… Mas e quanto ao resto? E as nossas histórias? Daqueles que se apaixonam sozinhos?… Somos vítimas do amor q não é recíproco.  Amaldiçoados pelos amados. Mal-amados… Feridos sem prioridade. Deficientes sem o melhor lugar no estacionamento… Sim, eu sou uma dessas pessoas”. Iris

Não é o máximo?!