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Emocionante

Olá, leitores e leitoras! Hoje estava lendo o Blog do advogado/professor/jornalista Paulo Renato Bezerra e vi esse post sobre o desabafo que o vocalista da banda Biquíni Cavadão (Bruno Gouveia) fez sobre a morte do seu filho e sua ex-mulher.

É realmente emocionante!

O desabafo do pai de Gabriel, Bruno Gouveia, vocalista do Biquíni Cavadão

Este espaço, tão jurídico, hoje republica o desabafo de Bruno Gouveia, que perdeu seu filho Gabriel há poucos dias, vítima de um acidente, como todos acompanhamos através da imprensa. Não sou pai ainda, mas confesso que me emocionei com as palavras do músico e resolvi transmitir ao nosso leitor o texto que encontrei no site da banda. É longo, mas singular. E como não há direito sem vida, tampouco vida sem amor, segue o texto.

O PIOR DIA DE MINHA VIDA
Caros amigos, parentes e fãs

Queria começar este post agradecendo a todos pela solidariedade, pelas mensagens de carinho, força, amor, fé, esperança por dias melhores. Em especial, meus familiares e toda equipe de minha banda, o Biquini Cavadão. Meu irmão Fábio e meu amigo Antônio Bindi conseguiram me isolar enquanto eu estava nos Estados Unidos para compor músicas pro novo disco. Sem celular e acesso a internet, não soube do ocorrido. Tinha acabado de chegar de Los Angeles em Nova Iorque. Eu e Coelho pegamos vôos diferentes e nos encontramos no aeroporto. Era para ficarmos três dias na cidade compondo com uma artista neozelandeza. Entretanto, ao encontrar meu guitarrista ele me avisou que tínhamos de voltar para “fazer um show muito importante”. Era cedo em Nova Iorque e passamos o nosso único dia na cidade perambulando pelas ruas até a hora de voltar para o aeroporto. Foi fundamental o seu cuidado comigo, me isolando de possíveis brasileiros que pudessem me dar a trágica notícia. Até no aeroporto, ele conseguiu que eu ficasse em uma sala VIP sem que eu desconfiasse de nada. Ao mesmo tempo, minha namorada Izabella me ocupava o tempo todo, distraindo-me com intermináveis ligações. Ela, cantora da banda Menina do Céu, enviou uma substituta para seus shows e ficou falando sem parar comigo, me distraindo carinhosamente. Por vezes, eu dizia que estava cansado de falar e queria aproveitar a cidade. Ela então enviava mensagens de texto para Coelho: “Ele cansou, agora, segure as pontas!”. E assim, longas horas se passaram até que o avião finalmente decolasse com destino ao Rio.

o chegar, fui recepcionado por uma delegação que cuidou de acelerar os tramites com imigração e alfândega (agradeço ao Governador Sergio Cabral por todo este cuidado). Nem assim, desconfiei. Pensava apenas “Nossa, este show deve ser importante mesmo!”. Para evitar sair pela porta principal, onde jornalistas nos aguardavam, me fizeram passar por trás, saindo pelo desembarque doméstico, onde fui recebido pelo meu produtor. Ele me recebeu correndo e me disse para entrar numa sala. Achei que, pela pressa toda em me retirar do local, eu devesse entrar num taxi ou ônibus para o local do show. Ouvi apenas, você tem que dar uma entrevista para a TV Globo. E foi então que notei, ao entrar na sala, que não havia show algum para ser feito, muito menos entrevista.
O primeiro que vi foi Miguel, tecladista do Biquini, mas logo estranhei a presença de Izabella. Numa rápida passada de olhos, notei que meus familiares estavam ali. Todos, menos meu pai.
– Eu já sei porque estou aqui. – tentei adivinhar
– Você sabe? – perguntou minha mãe, chorando
– Bruno, sente-se por favor – pedia meu irmão
– Meu pai….. – balbuciei
– Ele está bem, Bruno, seu pai está bem. – alguém que não me lembro, me avisou

Meu irmão insistiu para que eu sentasse enquanto começava a me dizer que uma imensa tragédia havia se abatido sobre nós.
– Gabriel ? – temi acertar
Então, meu irmão respirou fundo e me contou que Gabriel e a minha ex-mulher Fernanda haviam morrido num desastre de helicóptero em Trancoso. A irmã de Fernanda, Jordana, e seu filho Lucas, também pereceram. Me contou tudo que houve, que Fernanda ainda chegou com vida à praia mas faleceu no hospital.
– Eu não estou ouvindo isso – repetia
E os detalhes eram falados como um esparadrapo arrancado da pele: rapidamente e com muita dor.
– Meu anjinho…. – eu só conseguia dizer isso
E neste momento, Miguel, Birita, minha mãe, Izabella, todos me abraçaram e choraram muito. Eu continuava com os olhos arregalados em total choque. Magal, baixista, não parava de soluçar. Minha tia avó estava inconsolável. Cada um ali sofria minha dor que estava apenas começando.

Com a fala ofegante, eu recusei os remédios, queria ter consciência dos meus atos, e apenas pedi: por favor, me levem a eles. Uma van nos esperava e fomos direto ao Cemitério São João Baptista. Fernanda e Gabriel seriam sepultados juntos no jazigo da minha família.
Permaneci em total estado de choque. Pessoas me cumprimentavam. Colegas de estrada, amigos de longa data, diversos parentes. Minha prima Regina Casé me consolava, mas não era capaz de assimilar o que ela dizia. Sheik, da primeira formação da banda, com quem não falava há muitos anos, se reencontrou comigo. Jornalistas, músicos, primos que vieram de outras cidades, além da sofrida família de minha ex-mulher velavam os dois caixões. Não podia abri-los. No topo, apenas as fotos dos dois. O dia estava bonito e tudo parecia uma cidade cenográfica. Eu certamente acordaria deste sonho, acreditava. Em vão. A coroa de flores do Biquini dizia “Hang on, Be Strong”. Que ironia! Eram os versos de uma música em inglês que fizemos com a cantora Beth Hart em Los Angeles que diziam

Hang on, be strong/ sometimes life can slip away/

Segure firme, seja forte / Às vezes, a vida pode te escapar

 Sem saber, havia composto nesta viagem a letra da música para me amparar!

Gabriel viveu 2 anos e dez meses. Tive a felicidade e honra de ser mais que um pai. Eu me apelidava de “pãe”. Logo que ele nasceu, pedi à mãe que, uma vez que a amamentação era um privilégio dela, que o banho dele fosse o meu. E todos os dias eu o banhava, trocava suas fraldas, ninava e o colocava para dormir. Viajava muito mas, em seguida, pegava o primeiro voo para vê-lo acordar e poder passear na pracinha. Eu era o único homem em meio a tantas mães e babás. Tive noites mal dormidas, traduzi-lhe com beijos o que diziam as palavras. Igualmente era o único pai nas aulas de natação para bebês. Participei de cada momento de sua vida com um mergulho intenso e de cabeça.

Fernanda foi minha mulher e companheira por dez anos, convivendo numa querida família. Em 2007, decidimos ter nosso filho e ele nasceu no dia dos pais – o maior presente que poderia receber. Por sorte ou coincidência, não tive show no dia e pude vê-lo nascer. Infelizmente, nosso relacionamento passou por crises que culminaram com nosso afastamento como casal. Divórcios sempre são estressantes mas acreditava que o tempo curaria as feridas e seríamos bons amigos.

Nós dois éramos muito ligados ao Gabriel e eu era um pai coruja que beirava o chato. Meu único assunto era ele. Os fãs se deliciavam, enquanto eu mostrava fotos mais recentes. Também fiz vários videoclipes e, junto com minha ex-mulher, postamos tudo no blog http://mimevoce.blogspot.com contando desde a gestação, passando pelo nascimento e por todos os detalhes do seu dia a dia.

Perdi duas pessoas que marcaram minha vida. E quando o padre perguntou no velório se alguém queria dizer algo, eu levantei o braço. Tirei todas as forças de dentro de mim e cantei:

Tudo que viceja, também pode agonizar… e perder seu brilho em poucas semanas….
E não podemos evitar que a vida / trabalhe com o seu relógio invisível/ tirando o tempo de tudo que é perecivel

Entre soluços e lágrimas, muitos presentes me acompanharam ao som de Impossível, sucesso do Biquini Cavadão.
O detalhe é que cantei “é impossível esquecer vocês”

Ao enterra-los, veio então a difícil tarefa de voltar pra casa e ver seus brinquedos, roupas, abrir a mala e ver tudo que comprei para ele. A palavra para definir o sentimento desde então é DOR. Não uma dor latente, insistente ou aguda. É uma dor que te assalta, te maltrata e te exaspera.
Continuava chorando pouco. Só dizia para todos: “O que está acontecendo comigo? Dediquei minha vida a alegrar as pessoas, por que motivo agora tiram de mim a maior alegria de minha vida”? Incapaz de desabafar, decidi provocar o meu choro. Vi vários vídeos de meu filho, um após o outro, até que veio o grito, a dor, como uma erupção vulcânica. Urros ensurdecedores. Os vizinhos batiam à porta perguntando o que fazer para me consolar. Minha mãe em prantos, Izabella me confortando sem parar. Foi horrível, mas me senti aliviado ao conseguir. Outros descarregos deste tipo vieram ao longo da semana.

Tenho dois shows neste sábado e domingo. Depois de muito pensar, decidi fazê-los. Chamei meu amigo Marcelo Hayena, do Uns e Outros. Ele estará por perto, caso me falte a voz. Ainda assim, estou confiante em cantá-lo até o fim. O motivo é simples. Meu filho nunca viu um show meu, por ser muito pequeno. Agora, ele tem cadeira cativa. E quero fazer para o meu Gabriel, o show mais lindo do mundo. E assim serão todos que eu puder fazer pro resto de minha vida!

Obrigado a todos pela força. Não consegui ler nem metade dos recados, mas deixo aqui o meu muito obrigado emocionado e meu consolo a todos que pereceram no desastre, em especial minha querida Jordana e meu sobrinho Luquinha.

Foi o pior dia de minha vida, mas cada reza, energia, força, recado, me amparou muito. Ainda sofro mas, de agora em diante, terei de viver um dia de cada vez.

Beijem seus filhos com carinho e fiquem com Deus.

Bruno Gouveia

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Olá, leitores e leitoras!

Ontem, assisti o filme “A Rede Social” que fala sobre a criação do Facebook.

Nossa! Se esse tal de Mark for como o ator mostra no filme… Ele, pra mim, não se esforçava para ser um babaca, ele era (ou ainda é) um babaca!

Dias atrás cancelei o meu perfil na página porque soube de um boato que o FBI usa os dados dos usuários para “monitorar”. Achei isso muito estranho. E, também, porque estava prejudicando nos meus estudos para o vestibular. Ocupava meu tempo com banalidades. Então, dei adeus ao Facebook.

Hoje de manhã, quando estava relendo o Le Monde Diplomatique Brasil do mês de fevereiro (ano 4 – número 43), vi na seção de cartas (assim que você abre o jornal na página esquerda e nocanto direito) uma escrita justamente sobre essa rede social que está na moda atualmente. Vou transcrevê-la aqui pra vocês:

Facebook

Ao ler o artigo “O espelho mágico do Facebook” (edição 41), achei que deveria contar minha própria experiência com a rede social. Minha dificuldade com o site começou na tentativa de registro de meu primeiro nome: Iran. O sistema rejeitava-o e pedia para entrar em contato com a central. Meu primeiro pensamento foi de que se tratava de um controle ideológico, mas achei que fosse paranóia esquerdista. No entanto, resolvi tentar alguns outros nomes de desafetos dos EUA: Lênin, Che Guevara, Mao. Todos recusados. Bem, não era paranoia. Há sim um controle de algumas palavras/conceitos. Mas resolvi ir até o fim e escrevi ao “contato” do Facebook, pedindo uma explicação pela recusa de meu primeiro nome. Eles me liberaram para ser usuário, mas a resposta não veio.

Tive um perfil durante duas semanas no período pré-eleitoral, mas pude ver que os assuntos transmitidos não passavam de insignificâncias pessoais ou de pseudo-preocupações humanísticas. Tudo muito superficial e banal – um passatempo narcisista de “gente descolada”. Me senti um peixe fora d’água e logo pulei fora, para dentro de meu relativo anonimato digital. Foi um alívio saber que ainda podemos ter essa opção, antes que um definitivo Big Brother se instale em nossas casas”!

Iran T. do Espírito Santo

 

Pois bem! Acho que não estava errada em relação ao Facebook. Não sou tão radical quanto ele quando o assunto são as mídias sociais e suas redes. Tive Orkut, MSN, os mais antigos como IQC e não condeno quem possui. Cada um usa o seu tempo como quiser, como bem entender.

Cada coisa tem os dois lados da moeda: tem os seus malefícios e benefícios. Mas, por enquanto, prefiro ficar um pouco distante.

E-mail recebido hoje da minha amiga Manu:
SIMPLESMENTE SENSACIONAL.
Pessoal, vale a pena ler esse cordel.

Aí está a prova de que nem tudo está perdido. Tanta mediocridade nesse BBB-11 e os tantos anteriores, surge este estupendo Cordelista, baiano porreta. Que fazendo uso da poesia, dá um puxão de orelhas no Bial,... e com quê classe... acho que vc também vai gostar..
BIG BROTHER BRASIL
Autor: Antonio Barreto, Cordelista natural de SantaBárbara-BA, residente em Salvador.
Curtir o Pedro Bial
E sentir tanta alegria
É sinal de que você
O mau-gosto aprecia
Dá valor ao que é banal
É preguiçoso mental
E adora baixaria.
Há muito tempo não vejo
Um programa tão ‘fuleiro’
Produzido pela Globo
Visando Ibope e dinheiro
Que além de alienar
Vai por certo atrofiar
A mente do brasileiro.
Me refiro ao brasileiro
Que está em formação
E precisa evoluir
Através da Educação
Mas se torna um refém
Iletrado,‘zé-ninguém’
Um escravo da ilusão.
Em frente à televisão
Lá está toda a família
Longe da realidade
Onde a bobagem fervilha
Não sabendo essa gente
Desprovida e inocente
Desta enorme ‘armadilha’.
Cuidado, Pedro Bial
Chega de esculhambação
Respeite o trabalhador
Dessa sofrida Nação
Deixe de chamar de heróis
Essas girls e esses boys
Que têm cara de bundão.
O seu pai e a sua mãe,
Querido Pedro Bial,
São verdadeiros heróis
E merecem nosso aval
Pois tiveram que lutar 
Pra manter e te educar
Com esforço especial.
Muitos já se sentem mal
Com seu discurso vazio.
Pessoas inteligentes
Se enchem de calafrio
Porque quando você fala
A sua palavra é bala
A ferir o nosso brio.
Um país como Brasil
Carente de educação
Precisa de gente grande
Para dar boa lição
Mas você na rede Globo
Faz esse papel de bobo
Enganando a
Nação.
Respeite, Pedro Bienal
Nosso povo brasileiro
Que acorda de madrugada
E trabalha o dia inteiro
Dar muito duro, anda rouco
Paga impostos, ganha pouco:
Povo HERÓI, povo guerreiro.
Enquanto a sociedade
Neste momento atual
Se preocupa com a crise 
Econômica e social
Você precisa entender
Que queremos aprender
Algo sério – não banal.
Esse programa da Globo
Vem nos mostrar sem engano
Que tudo que ali ocorre
Parece um zoológico humano
Onde impera a esperteza
A malandragem, a baixeza:
Um cenário sub-humano.
A moral e a inteligência
Não são mais valorizadas.
Os “heróis” protagonizam
Um mundo de palhaçadas
Sem critério e sem ética
Em que vaidade e estética
São muito mais que louvadas.
Não se vê força poética
Nem projeto educativo.
Um mar de vulgaridade
Já tornou-se imperativo.
O que se vê realmente
É um programa deprimente
Sem nenhum objetivo.
Talvez haja objetivo “professor”, 
Pedro Bial
O que vocês tão querendo
É injetar o banal
Deseducando o Brasil
Nesse Big Brother vil
De lavagem cerebral.
Isso é um desserviço
Mal exemplo à juventude
Que precisa de esperança
Educação e atitude
Porém a mediocridade
Unida à banalidade
Faz com que ninguém estude.
É grande o constrangimento
De pessoas confinadas
Num espaço luxuoso
Curtindo todas baladas:
Corpos “belos” na piscina
A gastar adrenalina:
Nesse mar de palhaçadas.
Se a intenção da Globo
É de nos “emburrecer”
Deixando o povo demente
Refém do seu poder:
Pois saiba que a exceção
(Amantes da educação)
Vai contestar a valer.
A você, PedroBial
Um mercador da ilusão
Junto a poderosa Globo
Que conduz nossa Nação
Eu lhe peço esse favor:
Reflita no seu labor
E escute seu coração.
E vocês caros irmãos
Que estão nessa cegueira
Não façam mais ligações
Apoiando essa besteira.
Não deem sua grana à Globo
Isso é papel de bobo:
Fujam dessa baboseira.
E quando chegar ao fim
Desse Big Brother vil
Que em nada contribui
Para o povo varonil
Ninguém vai sentir saudade:
Quem lucra é a sociedade
Do nosso querido Brasil.
E saiba, caro leitor
Que nós somos os culpados
Porque sai do nosso bolso
Esses milhões desejados
Que são ligações diárias
Bastante desnecessárias
Pra esses desocupados.
A loja do BBB
Vendendo só porcaria
Enganando muita gente
Que logo se contagia
Com tanta futilidade
Um mar de vulgaridade
Que nunca terá valia.
Chega de vulgaridade
E apelo sexual.
Não somos só futebol,
baixaria e carnaval.
Queremos Educação
E também evolução
No mundo espiritual.
Cadê a cidadania
Dos nossos educadores
Dos alunos, dos políticos
Poetas, trabalhadores?
Seremos sempre enganado
se vamos ficar calados
diante de enganadores?
Barreto termina assim
Alertando ao Bial:
Reveja logo esse equívoco
Reaja à força do mal…
Eleve o seu coração
Tomando uma decisão
Ou então: siga, animal…
FIM

J’adore

São tempos difíceis para os sonhadores…

Pois estragar a propria vida é um direito inalienável

Pintor: “Ela prefere imaginar uma relação com alguém ausente do que criar laços com aqueles que estão presentes.” Amelie: “Hummm, pelo contrário. Talvez faça de tudo para arrumar a vida dos outros.” Pintor: “E ela? E as suas desordens? Quem vai pôr em ordem?”

amelie

Estranho o destino dessa jovem mulher, privada dela mesma, porém, tão sensível ao charme das coisas simples da vida…

Então, pequena Amélie, os teus ossos não são feitos de vidro. Podes levar algumas pancadas da vida. Se deixares escapar esta oportunidade, eventualmente o teu coração vai ficar tão seco e quebradiço como o meu esqueleto. Então, vai apanhá-lo!

Amélie vai ao cinema de vez em quando, às sextas. “Gosto de observar na escuridão as caras dos outros espectadores. E de notar o pequeno pormenor que mais ninquém verá. Mas odeio nos antigos filmes americanos que os condutores não olhem para a estrada.” Amélie não tem nenhum homem; Experimentou uma ou duas vezes mas o resultado ficou aquém da expectativa. Em vez disso cultiva um gosto especial pelos pequenos prazeres. Mergulhar a mão em sacas de grão, partir o queimado do leite-creme com a ponta da colher…Fazer ricochetes na água do Canal St.Martin

Amélie Poulain

Então, minha querida Amélie, não tem ossos de vidro.
Pode suportar os baques da vida.
Se deixar passar essa chance, com o tempo seu coração ficará tão seco e quebradiço quanto meu esqueleto. Então, vá em frente, pelo amor de Deus!

Se Amélie prefere viver no sonho e ser uma moça introvertida é direito dela. Pois, estragar a p´rópria vida é um direito inalienável!

Apenas algumas frases desse filme maravilhoso, que eu adoro e me identifico!

 

Olá, leitores e leitoras!

Hoje, domingo, de manhã fui assistir uma aula de biologia do professor Evandro Brandão no Overdose. No início ele se apresentou, falou da sua formação, os lugares em que ensina e sobre o vestibular da UFRN.

Bom, os assuntos da aula foram:

1. História da biologia

2. Metodologia científica

3. Origem do universo, da terra e da vida

Os dois primeiros pontos foram tranquilos. Mas quando ele começou a falar do terceiro tópico e depois dos dois filmes passados sobre o assunto, me fez refletir sobre algumas coisas.

Pode ser que eu esteja delirando, mas algumas coisas da ciência ainda continuam sem uma explicação convicente, para mim!

Tá! A teoria da evolução diz que tudo surgiu de uma explosão (Big-Bang), da intereção químico-física dos elementos existentes da atmosfera, a base dos coacervados que deu início aos primeiros seres vivos. Mas, eu fico me perguntando: o que deu início á essa explosão? se já foram resquícios de uma outra explosão, então, como foi que se formou esse outro astro (por assim dizer) e como aconteceu a sua explosão? Enfim, o que deu início à tudo isso? O que é o nada? (nossa!! tô me sentindo uma filosófofa!! hi hi hi!!)

A ciência ainda não conseguiu explicar a origem de tudo ainda. Como tudo teve início. O nada! Uns minutos atrás estava lendo uns artigos do Wikipédia e li sobre uma tal antimatéria, a que deu origem a tudo e que eles estão tentando descobrir. Quem já leu o livo “Anjos e demônios” de Dan Brown (o mesmo de  Código DaVinci) ou assistiu o filme já ouviu falar sobre isso. Bem, eu li e vi o filme, mas ainda preciso descobrir realmente do que se trata.

Não sou a melhor pessoa para falar ou explicar o assunto, só apenas uma mera estudante um pouco curiosa do assunto. E, enquanto as mentes pensantes não descobrirem as respostas para essas e outras perguntas, eu prefiro acreditar em algo maior: o criador de todas as coisas, o nosso Senhor Jesus!

Documentário da National Geographic Channel