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Olá, leitores e leitoras!

Ontem, assisti o filme “A Rede Social” que fala sobre a criação do Facebook.

Nossa! Se esse tal de Mark for como o ator mostra no filme… Ele, pra mim, não se esforçava para ser um babaca, ele era (ou ainda é) um babaca!

Dias atrás cancelei o meu perfil na página porque soube de um boato que o FBI usa os dados dos usuários para “monitorar”. Achei isso muito estranho. E, também, porque estava prejudicando nos meus estudos para o vestibular. Ocupava meu tempo com banalidades. Então, dei adeus ao Facebook.

Hoje de manhã, quando estava relendo o Le Monde Diplomatique Brasil do mês de fevereiro (ano 4 – número 43), vi na seção de cartas (assim que você abre o jornal na página esquerda e nocanto direito) uma escrita justamente sobre essa rede social que está na moda atualmente. Vou transcrevê-la aqui pra vocês:

Facebook

Ao ler o artigo “O espelho mágico do Facebook” (edição 41), achei que deveria contar minha própria experiência com a rede social. Minha dificuldade com o site começou na tentativa de registro de meu primeiro nome: Iran. O sistema rejeitava-o e pedia para entrar em contato com a central. Meu primeiro pensamento foi de que se tratava de um controle ideológico, mas achei que fosse paranóia esquerdista. No entanto, resolvi tentar alguns outros nomes de desafetos dos EUA: Lênin, Che Guevara, Mao. Todos recusados. Bem, não era paranoia. Há sim um controle de algumas palavras/conceitos. Mas resolvi ir até o fim e escrevi ao “contato” do Facebook, pedindo uma explicação pela recusa de meu primeiro nome. Eles me liberaram para ser usuário, mas a resposta não veio.

Tive um perfil durante duas semanas no período pré-eleitoral, mas pude ver que os assuntos transmitidos não passavam de insignificâncias pessoais ou de pseudo-preocupações humanísticas. Tudo muito superficial e banal – um passatempo narcisista de “gente descolada”. Me senti um peixe fora d’água e logo pulei fora, para dentro de meu relativo anonimato digital. Foi um alívio saber que ainda podemos ter essa opção, antes que um definitivo Big Brother se instale em nossas casas”!

Iran T. do Espírito Santo

 

Pois bem! Acho que não estava errada em relação ao Facebook. Não sou tão radical quanto ele quando o assunto são as mídias sociais e suas redes. Tive Orkut, MSN, os mais antigos como IQC e não condeno quem possui. Cada um usa o seu tempo como quiser, como bem entender.

Cada coisa tem os dois lados da moeda: tem os seus malefícios e benefícios. Mas, por enquanto, prefiro ficar um pouco distante.

E-mail recebido hoje da minha amiga Manu:
SIMPLESMENTE SENSACIONAL.
Pessoal, vale a pena ler esse cordel.

Aí está a prova de que nem tudo está perdido. Tanta mediocridade nesse BBB-11 e os tantos anteriores, surge este estupendo Cordelista, baiano porreta. Que fazendo uso da poesia, dá um puxão de orelhas no Bial,... e com quê classe... acho que vc também vai gostar..
BIG BROTHER BRASIL
Autor: Antonio Barreto, Cordelista natural de SantaBárbara-BA, residente em Salvador.
Curtir o Pedro Bial
E sentir tanta alegria
É sinal de que você
O mau-gosto aprecia
Dá valor ao que é banal
É preguiçoso mental
E adora baixaria.
Há muito tempo não vejo
Um programa tão ‘fuleiro’
Produzido pela Globo
Visando Ibope e dinheiro
Que além de alienar
Vai por certo atrofiar
A mente do brasileiro.
Me refiro ao brasileiro
Que está em formação
E precisa evoluir
Através da Educação
Mas se torna um refém
Iletrado,‘zé-ninguém’
Um escravo da ilusão.
Em frente à televisão
Lá está toda a família
Longe da realidade
Onde a bobagem fervilha
Não sabendo essa gente
Desprovida e inocente
Desta enorme ‘armadilha’.
Cuidado, Pedro Bial
Chega de esculhambação
Respeite o trabalhador
Dessa sofrida Nação
Deixe de chamar de heróis
Essas girls e esses boys
Que têm cara de bundão.
O seu pai e a sua mãe,
Querido Pedro Bial,
São verdadeiros heróis
E merecem nosso aval
Pois tiveram que lutar 
Pra manter e te educar
Com esforço especial.
Muitos já se sentem mal
Com seu discurso vazio.
Pessoas inteligentes
Se enchem de calafrio
Porque quando você fala
A sua palavra é bala
A ferir o nosso brio.
Um país como Brasil
Carente de educação
Precisa de gente grande
Para dar boa lição
Mas você na rede Globo
Faz esse papel de bobo
Enganando a
Nação.
Respeite, Pedro Bienal
Nosso povo brasileiro
Que acorda de madrugada
E trabalha o dia inteiro
Dar muito duro, anda rouco
Paga impostos, ganha pouco:
Povo HERÓI, povo guerreiro.
Enquanto a sociedade
Neste momento atual
Se preocupa com a crise 
Econômica e social
Você precisa entender
Que queremos aprender
Algo sério – não banal.
Esse programa da Globo
Vem nos mostrar sem engano
Que tudo que ali ocorre
Parece um zoológico humano
Onde impera a esperteza
A malandragem, a baixeza:
Um cenário sub-humano.
A moral e a inteligência
Não são mais valorizadas.
Os “heróis” protagonizam
Um mundo de palhaçadas
Sem critério e sem ética
Em que vaidade e estética
São muito mais que louvadas.
Não se vê força poética
Nem projeto educativo.
Um mar de vulgaridade
Já tornou-se imperativo.
O que se vê realmente
É um programa deprimente
Sem nenhum objetivo.
Talvez haja objetivo “professor”, 
Pedro Bial
O que vocês tão querendo
É injetar o banal
Deseducando o Brasil
Nesse Big Brother vil
De lavagem cerebral.
Isso é um desserviço
Mal exemplo à juventude
Que precisa de esperança
Educação e atitude
Porém a mediocridade
Unida à banalidade
Faz com que ninguém estude.
É grande o constrangimento
De pessoas confinadas
Num espaço luxuoso
Curtindo todas baladas:
Corpos “belos” na piscina
A gastar adrenalina:
Nesse mar de palhaçadas.
Se a intenção da Globo
É de nos “emburrecer”
Deixando o povo demente
Refém do seu poder:
Pois saiba que a exceção
(Amantes da educação)
Vai contestar a valer.
A você, PedroBial
Um mercador da ilusão
Junto a poderosa Globo
Que conduz nossa Nação
Eu lhe peço esse favor:
Reflita no seu labor
E escute seu coração.
E vocês caros irmãos
Que estão nessa cegueira
Não façam mais ligações
Apoiando essa besteira.
Não deem sua grana à Globo
Isso é papel de bobo:
Fujam dessa baboseira.
E quando chegar ao fim
Desse Big Brother vil
Que em nada contribui
Para o povo varonil
Ninguém vai sentir saudade:
Quem lucra é a sociedade
Do nosso querido Brasil.
E saiba, caro leitor
Que nós somos os culpados
Porque sai do nosso bolso
Esses milhões desejados
Que são ligações diárias
Bastante desnecessárias
Pra esses desocupados.
A loja do BBB
Vendendo só porcaria
Enganando muita gente
Que logo se contagia
Com tanta futilidade
Um mar de vulgaridade
Que nunca terá valia.
Chega de vulgaridade
E apelo sexual.
Não somos só futebol,
baixaria e carnaval.
Queremos Educação
E também evolução
No mundo espiritual.
Cadê a cidadania
Dos nossos educadores
Dos alunos, dos políticos
Poetas, trabalhadores?
Seremos sempre enganado
se vamos ficar calados
diante de enganadores?
Barreto termina assim
Alertando ao Bial:
Reveja logo esse equívoco
Reaja à força do mal…
Eleve o seu coração
Tomando uma decisão
Ou então: siga, animal…
FIM

J’adore

São tempos difíceis para os sonhadores…

Pois estragar a propria vida é um direito inalienável

Pintor: “Ela prefere imaginar uma relação com alguém ausente do que criar laços com aqueles que estão presentes.” Amelie: “Hummm, pelo contrário. Talvez faça de tudo para arrumar a vida dos outros.” Pintor: “E ela? E as suas desordens? Quem vai pôr em ordem?”

amelie

Estranho o destino dessa jovem mulher, privada dela mesma, porém, tão sensível ao charme das coisas simples da vida…

Então, pequena Amélie, os teus ossos não são feitos de vidro. Podes levar algumas pancadas da vida. Se deixares escapar esta oportunidade, eventualmente o teu coração vai ficar tão seco e quebradiço como o meu esqueleto. Então, vai apanhá-lo!

Amélie vai ao cinema de vez em quando, às sextas. “Gosto de observar na escuridão as caras dos outros espectadores. E de notar o pequeno pormenor que mais ninquém verá. Mas odeio nos antigos filmes americanos que os condutores não olhem para a estrada.” Amélie não tem nenhum homem; Experimentou uma ou duas vezes mas o resultado ficou aquém da expectativa. Em vez disso cultiva um gosto especial pelos pequenos prazeres. Mergulhar a mão em sacas de grão, partir o queimado do leite-creme com a ponta da colher…Fazer ricochetes na água do Canal St.Martin

Amélie Poulain

Então, minha querida Amélie, não tem ossos de vidro.
Pode suportar os baques da vida.
Se deixar passar essa chance, com o tempo seu coração ficará tão seco e quebradiço quanto meu esqueleto. Então, vá em frente, pelo amor de Deus!

Se Amélie prefere viver no sonho e ser uma moça introvertida é direito dela. Pois, estragar a p´rópria vida é um direito inalienável!

Apenas algumas frases desse filme maravilhoso, que eu adoro e me identifico!

 

Olá, leitores e leitoras!

Hoje, domingo, de manhã fui assistir uma aula de biologia do professor Evandro Brandão no Overdose. No início ele se apresentou, falou da sua formação, os lugares em que ensina e sobre o vestibular da UFRN.

Bom, os assuntos da aula foram:

1. História da biologia

2. Metodologia científica

3. Origem do universo, da terra e da vida

Os dois primeiros pontos foram tranquilos. Mas quando ele começou a falar do terceiro tópico e depois dos dois filmes passados sobre o assunto, me fez refletir sobre algumas coisas.

Pode ser que eu esteja delirando, mas algumas coisas da ciência ainda continuam sem uma explicação convicente, para mim!

Tá! A teoria da evolução diz que tudo surgiu de uma explosão (Big-Bang), da intereção químico-física dos elementos existentes da atmosfera, a base dos coacervados que deu início aos primeiros seres vivos. Mas, eu fico me perguntando: o que deu início á essa explosão? se já foram resquícios de uma outra explosão, então, como foi que se formou esse outro astro (por assim dizer) e como aconteceu a sua explosão? Enfim, o que deu início à tudo isso? O que é o nada? (nossa!! tô me sentindo uma filosófofa!! hi hi hi!!)

A ciência ainda não conseguiu explicar a origem de tudo ainda. Como tudo teve início. O nada! Uns minutos atrás estava lendo uns artigos do Wikipédia e li sobre uma tal antimatéria, a que deu origem a tudo e que eles estão tentando descobrir. Quem já leu o livo “Anjos e demônios” de Dan Brown (o mesmo de  Código DaVinci) ou assistiu o filme já ouviu falar sobre isso. Bem, eu li e vi o filme, mas ainda preciso descobrir realmente do que se trata.

Não sou a melhor pessoa para falar ou explicar o assunto, só apenas uma mera estudante um pouco curiosa do assunto. E, enquanto as mentes pensantes não descobrirem as respostas para essas e outras perguntas, eu prefiro acreditar em algo maior: o criador de todas as coisas, o nosso Senhor Jesus!

Documentário da National Geographic Channel

À moda antiga

Olá, leitores e leitoras!

Em um dos blogues que sigo (não lembro qual, que pena!), achei um site com roupas, acessórios e talz à moda antiga, retrô, vintage, como queiram chamar!

O site é gringo, mas atende outros países! Quem puder ($$$$$ – capetalismo!!!) ou souber costurar (querendo muito aprender), eu indico! Pois tem cada vestido lindo! (momento consumista – livrai-me!!!!)

vestido1 vestido2

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O nome do site é ModClothe . Os acessórios também são lindos! Também tem sapato e coisas para decoração!!!

Até mais!!

xêro!