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Olá, leitores e leitoras!!!

Nessa exato momento (21:19h do dia 03/04/2011) está passando no Warner Channel o filme “O Amor não Tira Férias”.

Adoooooooro essa filme. E uma das coisas que admiro é a fala da Iris (Kate Winslet) no início do filme. Olha só:

Shakespeare disse: ‘As viagens acabam em encontros de amantes… Que pensamento extraordinário! Pessoalmente, não experimentei nada parecido, mas creio q Shakespeare experimentou… Acho que penso em amor mais do que deveria. Sempre me surpreende seu poder de alterar e definir nossas vidas… Foi Shakespeare q tb disse: ‘O amor é cego!” Agora eu sei q isso é verdade. Para algumas pessoas, o amor desaparece… Amor falso. Para outras, o amor está simplesmente perdido. Mas é claro q o amor tb pode ser encontrado. Mesmo q só por uma noite… Há tb outro tipo de amor. O do tipo mais cruel. Àquele q quase mata suas vítimas. Chama-se amor não-correspondido…. E, nesse, sou especialista. Na maioria das histórias de amor, um se apaixona pelo outro… Mas e quanto ao resto? E as nossas histórias? Daqueles que se apaixonam sozinhos?… Somos vítimas do amor q não é recíproco.  Amaldiçoados pelos amados. Mal-amados… Feridos sem prioridade. Deficientes sem o melhor lugar no estacionamento… Sim, eu sou uma dessas pessoas”. Iris

Não é o máximo?!

Olá, leitores e leitoras!

Ontem, assisti o filme “A Rede Social” que fala sobre a criação do Facebook.

Nossa! Se esse tal de Mark for como o ator mostra no filme… Ele, pra mim, não se esforçava para ser um babaca, ele era (ou ainda é) um babaca!

Dias atrás cancelei o meu perfil na página porque soube de um boato que o FBI usa os dados dos usuários para “monitorar”. Achei isso muito estranho. E, também, porque estava prejudicando nos meus estudos para o vestibular. Ocupava meu tempo com banalidades. Então, dei adeus ao Facebook.

Hoje de manhã, quando estava relendo o Le Monde Diplomatique Brasil do mês de fevereiro (ano 4 – número 43), vi na seção de cartas (assim que você abre o jornal na página esquerda e nocanto direito) uma escrita justamente sobre essa rede social que está na moda atualmente. Vou transcrevê-la aqui pra vocês:

Facebook

Ao ler o artigo “O espelho mágico do Facebook” (edição 41), achei que deveria contar minha própria experiência com a rede social. Minha dificuldade com o site começou na tentativa de registro de meu primeiro nome: Iran. O sistema rejeitava-o e pedia para entrar em contato com a central. Meu primeiro pensamento foi de que se tratava de um controle ideológico, mas achei que fosse paranóia esquerdista. No entanto, resolvi tentar alguns outros nomes de desafetos dos EUA: Lênin, Che Guevara, Mao. Todos recusados. Bem, não era paranoia. Há sim um controle de algumas palavras/conceitos. Mas resolvi ir até o fim e escrevi ao “contato” do Facebook, pedindo uma explicação pela recusa de meu primeiro nome. Eles me liberaram para ser usuário, mas a resposta não veio.

Tive um perfil durante duas semanas no período pré-eleitoral, mas pude ver que os assuntos transmitidos não passavam de insignificâncias pessoais ou de pseudo-preocupações humanísticas. Tudo muito superficial e banal – um passatempo narcisista de “gente descolada”. Me senti um peixe fora d’água e logo pulei fora, para dentro de meu relativo anonimato digital. Foi um alívio saber que ainda podemos ter essa opção, antes que um definitivo Big Brother se instale em nossas casas”!

Iran T. do Espírito Santo

 

Pois bem! Acho que não estava errada em relação ao Facebook. Não sou tão radical quanto ele quando o assunto são as mídias sociais e suas redes. Tive Orkut, MSN, os mais antigos como IQC e não condeno quem possui. Cada um usa o seu tempo como quiser, como bem entender.

Cada coisa tem os dois lados da moeda: tem os seus malefícios e benefícios. Mas, por enquanto, prefiro ficar um pouco distante.

J’adore

São tempos difíceis para os sonhadores…

Pois estragar a propria vida é um direito inalienável

Pintor: “Ela prefere imaginar uma relação com alguém ausente do que criar laços com aqueles que estão presentes.” Amelie: “Hummm, pelo contrário. Talvez faça de tudo para arrumar a vida dos outros.” Pintor: “E ela? E as suas desordens? Quem vai pôr em ordem?”

amelie

Estranho o destino dessa jovem mulher, privada dela mesma, porém, tão sensível ao charme das coisas simples da vida…

Então, pequena Amélie, os teus ossos não são feitos de vidro. Podes levar algumas pancadas da vida. Se deixares escapar esta oportunidade, eventualmente o teu coração vai ficar tão seco e quebradiço como o meu esqueleto. Então, vai apanhá-lo!

Amélie vai ao cinema de vez em quando, às sextas. “Gosto de observar na escuridão as caras dos outros espectadores. E de notar o pequeno pormenor que mais ninquém verá. Mas odeio nos antigos filmes americanos que os condutores não olhem para a estrada.” Amélie não tem nenhum homem; Experimentou uma ou duas vezes mas o resultado ficou aquém da expectativa. Em vez disso cultiva um gosto especial pelos pequenos prazeres. Mergulhar a mão em sacas de grão, partir o queimado do leite-creme com a ponta da colher…Fazer ricochetes na água do Canal St.Martin

Amélie Poulain

Então, minha querida Amélie, não tem ossos de vidro.
Pode suportar os baques da vida.
Se deixar passar essa chance, com o tempo seu coração ficará tão seco e quebradiço quanto meu esqueleto. Então, vá em frente, pelo amor de Deus!

Se Amélie prefere viver no sonho e ser uma moça introvertida é direito dela. Pois, estragar a p´rópria vida é um direito inalienável!

Apenas algumas frases desse filme maravilhoso, que eu adoro e me identifico!